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Retrospectiva 2016? Não, obrigada.

26 de dezembro de 201627 de dezembro de 20162016.a mamae e rock.ACNUR.agoraéquesãoelas.breu cinema de roda.caderno donna.cafe com sociologia.carta capital.casa de cultura vaca profana.ciee.colegio marista.cursos.cursos online.diálogo.escola autonomia.espm.esucri.facebook.falo e falo.fuckup nights.gapa rs.geledes.huffpost.inspire.la parola.lider de si.perestroika.podcast.proa.programa radar.projeto salome.quintal cultural.rdesign sul.retrospectiva.social media day.sociologia.unesc.UNISINOS.UPF.voz de mulher

Retrospectiva 2016? Não, obrigada. Mas uma retrospectiva desses 18 meses de Casa da Mãe Joanna, feita para olharmos para o futuro com um pouco de esperança, essa a gente faz.

A #CDMJ começou como um experimento que visava à construção coletiva de discursos e ações feministas. Desde o lançamento da ideia – como um grupo de debate no Facebook em Junho de 2015 – muita água rolou, trabalhos nos mais diversos formatos foram realizados, e até mesmo outros projetos feministas surgiram de dentro da Casa – que apesar de não ser uma casa material, serve de casa simbólica pra muita gente. O que era um projeto experimental feminista de comunicação e educação sobre gênero tornou-se… exatamente o que se propunha a ser.

Apesar de 2015 e 2016 terem sido anos desafiadores para quem trabalha em prol da equidade, a determinação e vigor das feministas tornaram plausível – ao menos para nós – a ideia de que não apenas vale a pena, mas que é absolutamente necessário continuarmos fazendo o que fazemos.

Os entraves que sempre enfrentamos como mulheres se fortaleceram nos últimos anos. A virada conservadora observável no Ocidente significa que direitos conquistados estão em risco, o que significa que precisaremos trabalhar ainda mais, tanto para proteger o que já adquirimos como para continuar em busca do que ainda não nos foi conferido.

Olhar para o passado recente dá calafrios, e promessas de um futuro mais igualitário também parecem estar congeladas. Mas recordar o que fizemos aqueceu nosso coração, nos encheu de esperança, e recarregou nossas baterias. Esperamos que o calor que emana dessas lembranças estimule também a perseverança de quem, como nós, sabe que há ainda muito trabalho pela frente se quisermos atingir a equidade que nos é de direito.

Surgimos como organização feminista num período da História em que a misoginia e o machismo declarados tomaram proporções assustadoras. Mas estamos juntas, estamos fortes, e se o patriarcado está quente, nosso feminismo está fervendo.

Casa da Mãe Joanna – em números, fatos, histórias

Muito, mas muito da nossa ação e do nosso ativismo acontece nos grupos de debate no Facebook, que funcionam como espaço para compartilhamento de informações, dúvidas e experiências. É ali que trocamos ideias, dialogamos e aprendemos umas com as outras de forma horizontal e orgânica.

Nossa intenção sempre foi agregar conhecimentos oriundos das muitas perspectivas teóricas do feminismo, bem como saberes que não se alinham a nenhum local discursivo em específico. Reconhecemos e respeitamos a multiplicidade de posicionalidades feministas, e não desejamos oferecer a palavra final sobre nenhum assunto em particular – por isso buscamos aplicar os princípios da interseccionalidade a todas as nossas práticas.

Casa da Mãe Joanna Diálogos é um grupo misto, que iniciou com 50 participantes e hoje conta com mais de 3.200. Dele também surgiram dois outros grupos de debate: Feminismo e a política inter/nacional – vinculado à CDMJ, com quase seis mil mulheres participando ativamente de debates sobre o cenário político no Brasil e além, e #CDMJ TALK IN ENGLISH, um grupo ainda bem pequeno, mas que vai receber mais atenção de 2017 em diante.

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Apesar de prezarmos a comunicação não violenta com escuta generosa, nem sempre os debates acontecem de forma suave. Uma coisa que aprendemos esse ano foi que as limitações da linguagem nas redes sociais atreladas a relações sociais de poder pré-estabelecidas podem gerar desentendimentos e desafetos bastante intensos. Mas quem está disposto – de verdade – a usar o diálogo como ferramenta de emancipação e justiça se empenha em construí-lo de forma inclusiva. O diálogo nem sempre é possível, por isso essa estratégia não funciona sempre. Mas quando funciona, é mágico.

Os percalços e erros sempre podem e devem servir como lição, e como nosso objetivo é estar em perene des/construção, seguiremos com os grupos em 2017 e além.

Por falar em diálogo, de dentro dos grupos acabaram surgindo, a partir de conversas e conexões entre membras, diversas ações que fomentam integração e emancipação. Uma delas – motivo de imenso orgulho para a gente – é o popular grupo feminista de indicações profissionais Indique Uma Mina. Em setembro entrevistamos a fundadora do projeto, Juliana Ricci, e ela nos contou sobre o fenômeno IuM, então com apenas três meses e já com mais de 80mil membras – e depois revelou que foi a partir da Casa que ela e suas parceiras decidiram criar o projeto. Que emoção. Confira a entrevista aqui.

A parceria mais antiga da Casa continua sendo a que gerou nosso podcast oficial, o Falo & Falo. O programa é uma das primeiras iniciativas da Casa da Mãe Joanna, e vinte episódios foram produzidos desde junho de 2015, sempre abordando temáticas feministas a partir de análises sobre mídia, cultura e a sociedade em geral, pelas lentes da teoria de gênero. Participam da falação a estudante de psicologia e pesquisadora Alessandra Fonseca, a jornalista, socióloga e autora do BEST SELLER A Mamãe É Rock Ana Emília Cardoso, a designer Fernanda Toniazzi, a pesquisadora, fotógrafa e futura acadêmica de psicologia Juliana Goulart, e eu, a Joanna da Casa da Mãe Joanna. Menções honrosas para a cientista social, presidente do GAPA-RS e militante pelos direitos humanos Carla Almeida e para a pesquisadora e psicóloga Luciana Mutti de Morais, que participaram de várias edições do podcast feminista mais barulhento da internet.

falo-e-falo

Outra parceria linda que surgiu através das conexões da Casa foi a nossa com o Projeto Salomé, que realiza imersões com jovens negras sobre empoderamento feminino. Além de uma amizade deliciosa com a Priscila Fonseca, fundadora do projeto, foi com ela que escrevemos um manifesto-convite pela integração e pelo diálogo. Confira este trecho e leia o texto completo aqui. “Muita gente não tem o ataque nem a defesa como focos de luta, e sente a necessidade de encontrar algum outro lugar onde fazer seu ativismo. Nossa proposta é que esse lugar seja o diálogo. Acreditamos ser preciso, e possível, construir pontes pra além das divergências.”

A produção textual é uma das características mais marcantes da Casa da Mãe Joanna, e aqui no nosso blog já foram publicados mais de 350 textos – todos ou enviados por leitoras ou selecionados por nós em suas redes sociais e divulgados com autorização dessas mulheres maravilhosas que vieram para esse espaço relatar suas experiências, discorrer sobre teoria ou escrever sobre as mais diversas temáticas feministas. Agradecemos a todas elas, pelas perspectivas, pelo aprendizado, e por terem ajudado a materializar nosso plano de ser um espaço democrático e plural para vozes feministas.

Nossa presença nas redes sociais existe em diversos formatos – fanpage no Facebook e contas no Twitter, Instagram, Tumblr, G+, Spotify e SnapChat, além de um canal no YouTube e outro no SoundCloud (onde moram os episódios do Falo & Falo). Queríamos muito ter tempo para alimentar todas elas… mas num deu. Em 2017 enxugaremos essa presença para podermos nos dedicar melhor às que manteremos.

Mas nem só de internet vive a Casa da Mãe Joanna, pois um aspecto fundamental da construção de discursos feministas é a pesquisa. Dois projetos já foram realizados por equipes da Casa, e um está em fase de construção.

O primeiro, sobre projetos colaborativos de comunicação e educação feminista sobre gênero, pensado e realizado por Ana Claudia Delajustine, Beatriz Demboski Burigo, Debora Azevedo, eu e Thainá Battesini Teixeira, foi publicado na Revista Café com Sociologia, e você pode acessar o artigo aqui.

O segundo, também em colaboração com Debora Azevedo + Stefanie Cirne, foi apresentado na 6ª Latin American and European Meeting on Organizational Studies, conferência que ocorreu no Chile em Maio de 2016.

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O terceiro está sendo desenvolvido pelas alunas Erika Giannoni e Patrícia Elisa Caporale Barros, que cursam Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e que após uma palestra nossa feita na disciplina de Estudos de Gênero, da professora Maria Lúcia Moritz, decidiram produzir um artigo para a disciplina de Sociologia da Ação Coletiva sobre a Casa da Mãe Joanna. Emocionante.

Ao longo destes 18 meses também estivemos presentes em muitos eventos para palestras, cursos e oficinas, nos mais diversos formatos.

Em parceria com a Unisinos, em Porto Alegre, realizamos o curso Novas Leituras de Gênero na Mídia e no Design, que visava contextualizar e discutir a evolução do discurso, linguagem e imagens sobre gênero nas mídias. Já com a Inspire/Líder de Si, em Florianópolis, realizamos uma imersão de final de semana intitulada Você na Sociedade do Futuro, para compreender como os novos discursos sobre gênero afetam nosso dia-a-dia e como podemos estar preparados para os avanços que o debate acerca de igualdade traz. Na Perestroika-POA realizamos o curso Divas Pop e Feminismo, no qual utilizamos a linguagem de videoclipes de três divas pop para ilustrar três perspectivas teóricas feministas. O curso foi um sucesso, e foi replicado na Semana Acadêmica do curso de história da UNESC (Criciúma), na Casa de Cultura Vaca Profana (Passo Fundo) e no Quintal Cultural (Porto Alegre). Também via Perestroika, a e a convite da Jajá Menegotto, participamos do curso Muda, lecionando o módulo “GrrrlMarketing: moda, comunicação e feminismo”, que dividimos com a Babi Mattivy, da Insecta Shoes. Em setembro estivemos em São Paulo para um curso sobre Futebol feminino e feminismo, feito com exclusividade para o coletivo Guerreiras Project, e que pode vir a se transformar num curso fixo disponível por aqui.

Em 2017 nosso plano é oferecer uma série de cursos, presenciais e online, então fique ligada nas nossas redes para maiores informações!

Estivemos presentes também na UPF – Universidade de Passo Fundo – em duas datas para dois debates sobre gênero e representação, e estávamos muito bem acompanhadas pela Thainá Teixeira, pela professora Jacqueline Ahlert, por Andressa Muniz e por Pamela Stocker.

Em Criciúma-SC – de onde eu sou – estivemos presentes em vários espaços. Na Esucri realizamos uma série de palestras sobre gênero e mercado, a convite do programa Aprendizes, do CIEE. Na UNESC participamos de uma mesa de debate sobre ativismo social. Marcamos presença também no I Encontrão Feminista da cidade, organizado pela Ana Bertolina, onde compartilhamos a fala com mulheres incríveis como Dani Antunes, Zaira da Silva Conceição e a veterana bruxa do feminismo da cidade Doroteia Macaneiro, num domingo de muito sol e feminismo para ficar na memória. Também estivemos no Colégio Marista – onde fui aluna e professora – para uma divertida e potente formação de professores em gênero. Foi um prazer e uma honra trocar de lugar com antigas profes por algumas horas. E ainda na terrinha, no começo de 2016 participamos de um debate sobre gênero e feminismo, a convite da PROA, em conjunto com Juliano Felizardo, Beatriz Demboski Burigo e Jéssica Daminelli. Em Florianópolis passamos pela Escola Autonomia para uma palestra que marcava a abertura da Feira Literária da escola, que esse ano tinha como tema mulheres na literatura.

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Em Porto Alegre realizamos a já mencionada palestra na disciplina de Estudos de Gênero do curso de Sociologia da Universidade Federal, a convite da Professora Maria Lúcia Moritz. Estivemos também na ESPM-Sul: a primeira vez para um rico debate que ocorreu em celebração ao Dia da Mulher, na segunda para participar do Palavra Final, podcast da disciplina de Rádio II do curso de jornalismo, e na terceira para uma palestra sobre gênero e design a convite da RDesign-Sul 2016. Ainda no Portinho marcamos presença no Social Media Day Warm Up, para um debate sobre empoderamento, tretas e representatividade nas redes, do qual participamos a convite da Babushka Digital na companhia de Anderson França, Paula Pfeifer, Glainá Boucinha, Felipe Loreto e Divina Raio-Laser. No final do ano participamos do BREU Cinema de Roda, e após a exibição do curta-metragem Sem Coração, das diretoras Nara Normande e Tião, facilitamos um debate sobre o filme em conjunto com a cineasta Mariani Ferreira. O último evento do qual participamos esse ano foi maravilhoso – o FuckUp Nights, onde compartilhamos um dos nossos mais doloridos casos de fracasso… porque a vida definitivamente não é feita apenas de sucessos. Dividimos o palco com Carolina C. R. Soares, mais conhecida como Sosô, do projeto Minha Porto Alegre, e Miguel Andorffy, fundador do Me Salva!

Estivemos presentes também nas mídias. O Programa Radar, da TVE-RS fez uma matéria sobre nosso curso Divas Pop e feminismo. Em Forquilhinha participamos do programa Hora Extra da Onda Jovem FM. Em Criciúma por duas vezes estivemos na rádio Hulha Negra para bate-papos sobre feminismo e gênero, com Magali Amboni no seu Encontro Da Tarde. E na Som Maior, participamos do programa Do Avesso, com Pity Burigo e Mano Dal Pont. Em Ubatuba participamos do programa Voz De Mulher, na Radio Gaivota, com um grupo de feministas de grelo duríssimo, Helô Vianna, Lauren Stamm, Laura Ferraz e Bárbara Buck . E os Cadernos Donna dos jornais Zero Hora, do RS e Diário Catarinense, de SC, publicaram matéria sobre a gente, feitas pela Laura Coutinho.

Um serviço que a Casa da Mãe Joanna também presta é consultoria e execução de projetos de comunicação. Para a Babushka Digital fizemos uma consultoria de campanha, orientando o discurso de gênero para o marketing de um cliente global – campanha que ainda está por ser lançada, por isso não podemos revelar quem é… E para o ACNUR/UNHCD – Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados, produzimos o gibi AVANTE!, que apresenta informações sobre a legislação Brasileira e serviços estatais relacionados a questões de violência de gênero, como a Lei Maria da Penha e o #Ligue180 – é resultado de um processo de seleção para o qual nos nomearam, e foi realizado pela #CDMJ em colaboração com UGH Serrano, Litha Digital, PALA e GAIRE-RS. Assista o making of:

Além de gerenciar a Casa, eu, Joanna, também escrevo. A escrita feminista não era um projeto que eu tinha planejado – mas que para minha própria surpresa, me cativou. Confesso que ainda acho muito difícil de me expressar dessa forma, mas aceitei o desafio pelo mesmo motivo que fundei a Casa da Mãe Joanna, que segue uma reflexão da pensadora bell hooks, que diz que nenhuma mulher jamais escreveu o suficiente. Então escrevo. E encorajo as feministas que estão lendo esse texto a escreverem também – a Joanna sou eu mas a Casa é nossa, e querendo publicar, já sabem: é só entrar em contato conosco. Voltando às minhas publicações regulares, elas acontecem no site da Carta Capital, onde sou blogueira fixa, e também já colaborei com o fabuloso blogue AgoraÉQueSãoElas, com o Portal Geledés, com o La Parola e, em Inglês, com o HuffPost UK.

Encorajo as feministas que estão lendo esse texto a escreverem também – a Joanna sou eu mas a Casa é nossa!

A Casa da Mãe Joanna só é possível porque trabalhamos em colaboração. E não poderia terminar esse texto sem agradecer às tantas mulheres que contribuíram para o desenvolvimento desse projeto. Cris De Luca, por todas as conexões. Fernanda Cacenote e Maitê Weschenfelder, da FEMMA Registros Fotográficos, que disponibilizaram tanto do seu trabalho para nós. Patrícia Chiela, Laurinha Gomes e Stefanie Cirne por dicas de estratégia e teoria. As moderadoras – antigas e atuais – dos grupos Ana Paula Ferraz, Beatriz Demboski Búrigo, Bruna Kern Graziuso, Bruna Paludo, Caroline Trindade Rocha, Daniela Behs, Emanuelle Farezin, Fernanda Cacenote e Gisele Milanezi, Mariah Teixeira, Thainá Teixeira e Stephanie Ribeiro. Mas, fundamentalmente, agradecemos às deusas Luana Girardi Basso e Emanuelle Farezin, sem as quais nossos planos sequer teriam saído do papel. Mulheres: vocês são FODA.

O segundo semestre de 2016 foi bem agitado e vários planos foram iniciados e outros tantos projetos já foram colocados no nosso forninho feminista. Mal podemos esperar para compartilhar as novidades com vocês! Por ora, os agradecimentos continuam. Nosso MUITO OBRIGADA a todos e todas e todes que nos acompanharam ao longo destes 18 meses, que nos compartilharam, que nos ensinaram e que nos ajudaram a crescer.

Desejamos a vocês um 2017 de coragem e resiliência, para que possamos continuar, juntas, na luta por um mundo livre do machismo e da misoginia. Seguimos avante!

Joanna Burigo, fundadora da #CDMJ

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Camila França
Formada em Moda pela Udesc (2005) e pósgraduada pelo SENAC (2009) em Florianópolis, trabalhou por oito anos na indústria da moda como estilista. Em 2013, partiu em busca de qualidade de vida e atualmente dedica quase todo seu tempo ao desenho. Frequenta aulas de Artes Visuais a fim de conhecer e desenvolver sua própria poética. Seus desenhos exploram o universo feminino com técnica mista, grafite, nanquim, aquarela, marcadores e tinta acrílica.

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Jornalismo é a formação, produção de moda é o ganha-pão, escrita é a paixão. Radicada em Londres há mais de uma década, estudou no London College of Communication e depois foi trabalhar com um bocado de gente grande, de Adidas à Ivete Sangalo, da TPM à Vice, e gostaria de largar tudo e só escrever. Além de feminista, é progressista, ateísta, e uma porção de *istas* que causam desconforto por onde passa. Mãe de uma garotinha de 4 anos, com quem divide uma paixão por filmes japoneses e contos de fadas subversivos.

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Thainá Battesini Teixeira, é gaúcha e tem 23 anos. Está no último ano de graduação em História pela Universidade de Passo Fundo – UPF e é bolsista de iniciação cientifica – CNPq pesquisando as Fontes Visuais Impressas: Possibilidades de Pesquisa: Os papéis sociais atribuídos ao gênero feminino na Revista KodaK. Milita pelo Coletivo Feminista Maria, vem com as outras! e participa da organização da Marcha das Vadias de Passo Fundo no Rio Grande do Sul.

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Acadêmica de Jornalismo e amante da fotografia, passeia entre o lírico do cotidiano e o drama de vidas reais. Uma jovem, louca, livre e solta. Sonha com igualdade e justiça social.

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