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#CDMJ Entrevista: Silvia Fazio

29 de agosto de 201629 de agosto de 2016business.diálogo.empoderamento.glass ceiling.latinoamerica.mulheres latino americanas.negócios.WILL

A advogada brasileira Silvia Fazio, que já foi eleita uma das 100 melhores advogadas da Inglaterra, é a primeira feminista a figurar na nova série de entrevistas da Casa da Mãe Joanna.

Graduada em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), Fazio optou pela carreira internacional por algumas décadas, atuando no setor comercial internacional. Seu magnífico esforço – e sucesso – profissional vem rendendo bons frutos, e não apenas para a advogada, mas também para mulheres de negócios: ela é fundadora da WILL (Women in Leadership in Latin America), ONG que promove e fomenta desenvolvimento da carreira de executivas na nossa região.

A WILL irá realizar um debate que abordará questões de gênero nas empresas, incluindo especialmente os entraves para a chegada de mulheres em cargos de comando. O evento intitulado CONVIDANDO OS HOMENS PARA O DEBATE: LIDERANÇA FEMININA GERA LUCRO visa trazer a discussão do tema para o âmbito masculino, tendo em vista que são os homens – ainda maioria nos altos comandos de empresas – quem decide se, como e quando as mulheres ocuparão cargos de chefia.

Além de Fundadora é Diretora Presidente da WILL Brasil, Silvia é sócia parceira do escritório de advocacia Chadbourne & Parke LLP e também já foi vice-presidente da IBA International Conventions and Trade Agreements Committee, e é membro do Business Council of Latin America (CEAL).

Por telefone, ela conversou conosco sobre o evento, que está em sua segunda edição e acontece na terça-feira 30 de Agosto de 2016, em São Paulo.

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#CDMJ: Silvia, obrigada por conceder esta exclusiva para a gente, que honra! Sua carreira é extraordinária, e gostaríamos de saber como se deu o movimento de advogada reconhecida internacionalmente para líder de um programa de empoderamento feminino?

Silvia Fazio: Este foi um projeto que me acompanhou ao longo da vida. Sempre senti que as mulheres eram tratadas de formas diferentes – tinha a sensação de que precisava me esforçar o dobro para conseguir a mesma coisa que um homem, e a impressão de que minha voz não era ouvida a não ser que eu gritasse muito alto (risos). A maturidade e a aquisição de conhecimento feminista me instrumentalizaram – me forneceram os dados e as palavras que demonstram que este não é um problema exclusivamente meu, mas sim uma questão estrutural, e que afeta todas as mulheres. Desde não ter a voz ouvida em reuniões até os empecilhos atrelados à licença maternidade (como, por exemplo, a brevidade da licença, a impossibilidade de dividi-la com homens, ou mesmo a gincana corporativa que se dá quando uma mulher sai em licença, sabendo dos riscos de ter seus clientes usurpados por colegas), sabia que seria importante abordar estas questões de forma sistêmica. Por isso a fundação da WILL.

#CDMJ: Como a legislação corporativa ajuda – ou atrapalha – a inclusão de mulheres no mercado, seja como executivas ou empreendedoras? Quais são as maiores dificuldades enfrentadas pelas mulheres que almejam chegar aos mais altos cargos de chefia?

Silvia Fazio: É difícil responder a estas perguntas de forma categórica, pois mais importantes são as questões sociais atreladas a estes empecilhos. O grande tema de um dos últimos fóruns do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) foi mulheres empreendedoras, porque além de empreenderem, são elas também elas as grandes consumidoras dos nossos tempos. O Banco foca em mulheres por saber que o consumo está ali. No Brasil são as pequenas empreendedoras que formam a maioria das líderes de novos negócios – e elas são menos inadimplentes apesar de existirem menos linhas de crédito específicas. Do ponto de vista econômico, políticas empresariais específicas – como licença paternidade ou esforços de relocação das mulheres após terem filhos – que poderão fazer mais diferença, já que legislação pode inclusive atrapalhar processos de contratação (por exemplo, a obrigatoriedade de oferecer licença maternidade pode resultar em menos contratações de mulheres). É o desestímulo sentido por mulheres e a hegemonia masculina nas contratações que nos estimula a desenvolver as carreiras de mulheres de forma sistemática – este não é um problema individual, por isso precisamos tratar de encontrar soluções sociais e coletivas. A ação afirmativa promovida por sistemas de cotas, por exemplo, não é suficiente mas é importante, pois mulheres não costumam fazer parte da elite tradicional que toma conta dos conselhos de empresas.

#CDMJ: O evento convida homens para o debate, e você também o fez em carta aberta publicada no Brasil Post. Qual foi a recepção e a repercussão de coloca-los no centro de um debate que nós feministas temos há tanto tempo

Silvia Fazio: Muitas mulheres me escreveram dizendo ter adorado o convite. E muitos homens não deram a mínima! (Risos) Este é realmente um diálogo difícil de ter, especialmente no Brasil. Em 2015, na primeira edição (que aconteceu em Brasília), muitos homens não compareceram por receio. “O que o meu colega vai pensar?” foi uma das justificativas que ouvimos. Mas visto que mulheres já são a maioria dos empreendedores do Brasil, já são a maioria nas universidades, e detêm um alto poder de consumo, é estratégia empresarial que esse assunto seja abordado. A inclusão de mulheres é, hoje, questão de sobrevivência para as empresas.

#CDMJ: Ao convidar os homens para o debate, e uma vez que eles estejam presentes, quais são os maiores conflitos?

Silvia Fazio: Os homens que aceitam esse convite já estão abertos para a importância desta questão. Vemos neles multiplicadores da nossa mensagem. É triste render-se ao hábito patriarcal que demonstra que homens escutam os homens com mais afinco do que às mulheres, mas é importante termos aliados, informa-los com dados e números, e contar com a participação deles para mudar percepções – inclusive a de que existe algo errado em um “esposo do lar”…

#CDMJ: Como se deu a fundação da WILL?

Silvia Fazio: A ideia me acompanha desde que eu morava e trabalhava em Londres, onde mulheres latino-americanas inseridas no mercado se encontravam, regularmente e informalmente, para discutir os obstáculos que enfrentávamos por lá. Ao encontrar executivas no Brasil fiquei impressionada com os avanços das mulheres por aqui apesar de tantos empecilhos, e resolvi transformar o que era uma rede informal em um ONG mais, digamos, ambiciosa para mudanças.

#CDMJ: No site da WILL vocês declaram que uma das estratégias da ONG é oferecer “best practices” (práticas de excelência) par fomentar a mudança. Poderia citar algumas?

Silvia Fazio: Elas são inúmeras. Oferecer dados e informação é prioridade. Muitas pesquisas feitas por instituições sérias como a FGV indicam que empresas devem fazer avaliações internas sobre diversidade, verificar a raiz dos problemas de inclusão, e tomar iniciativas que revertam esse quadro. Por exemplo, é sabido que ter 30% de representatividade feminina funciona como “número mágico”, a partir do qual uma empresa consegue fazer melhores projeções no que diz respeito ao número de mulheres em seus quadros. Atingir esse mínimo tende a resultar em aumento nas contratações de mulheres, por exemplo. Outras práticas envolvem valorizar atributos tradicionalmente femininos, como cautela. É sabido que mulheres assumem menos riscos; por exemplo, na crise global de 2008 as empresas que sofreram menos foram aquelas lideradas por mulheres. É provado que o cuidado, atenção o detalhe e a cautela adicionam valor a práticas corporativas. A maternidade, como já discutimos, infelizmente ainda é vista como um grande empecilho. E também há questões subjetivas – o empoderamento também envolve livrar as mulheres do “complexo da fraude”, que é resultado da educação diferente, pautada em gênero, que faz com que mulheres internalizem  noções que as fazem duvidar da própria competência.

#CDMJ: Silvia, muito obrigada por esta entrevista. Temos uma última pergunta para te fazer: você é feminista? 

Silvia Fazio: Certamente! Não dá para não ser, não é? (Risos) Sou sim, e a WILL também é. Nosso foco é colocar mais mulheres em cargos de liderança, pois é na liderança que, hoje, está o nosso maior problema. Quanto mais diversidade – e não apenas de gênero – nos cargos de liderança, mais facilmente se percebe a diversidade em geral nas empresas.  

***
CONVIDANDO OS HOMENS PARA O DEBATE: LIDERANÇA FEMININA GERA LUCRO
São Paulo, 30/08/2016
Confira aqui a programação e palestrantes do evento.

***
Por Joanna Burigo

Imagens: WILL – Women in Leadership in Latin America

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